domingo, 16 de maio de 2010
APRÉS SEPT MOIS DE GRÈVE, NÉGOCIATIONS POR LES SANS-PAPIERS
Début des négociations pour les sans-papiers
Après sept mois de grève, le gouvernement accepte d’ouvrir les discussions avec les travailleurs et leurs soutiens. Une réunion a lieu ce matin au ministère de l’Immigration.
Sept mois après le début du nouveau mouvement de grève des travailleurs sans papiers, le gouvernement se décide enfin à ouvrir les négociations. Ce matin, les organisations syndicales doivent être reçues au ministère de l’Immigration, aux côtés de représentants du ministère et de la direction générale du travail.
Depuis octobre 2009, plus de 6 200 grévistes sans papiers réclament une circulaire de régularisation sans que le gouvernement ne daigne ouvrir le dialogue.
PLAN D’AUSTÉRITÉ SACRIFIE LA FONCTION PULIQUE ET L’ETAT
PLAN D’AUSTÉRITÉ SACRIFIE LA FONCTION PULIQUE ET L’ETAT
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Après la Grèce, l’Espagne et le Portugal serrent à leur tour la vis
À Lisbonne comme à Madrid, les gouvernements socialistes ont annoncé ces derniers jours des mesures de « rigueur » additionnelles pour réduire les déficits publics.
Après la Grèce, la péninsule Ibérique au régime sec. Complétant un premier plan d’austérité de 50 milliards d’euros, le chef du gouvernement espagnol, le socialiste José Luis Rodriguez Zapatero, a présenté mercredi la cure additionnelle censée mettre un terme aux attaques spéculatives contre son pays. Pour ramener le déficit de 11,2 % du PIB en 2009 à 3 % en 2013, les dépenses publiques, a-t-il indiqué, seront encore réduites de 15 milliards d’euros en 2010 et 2011. Première cible, la fonction publique, qui perdra 13 000 postes cette année. Outre ces suppressions, les salaires des fonctionnaires seront amputés de 5 % à partir de juin, puis gelés en 2011. L’État devrait aussi renoncer à des dépenses d’investissement. L’addition, ensuite, est présentée aux retraités, dont les pensions ne seront plus revalorisées. Quant aux familles, elles devront faire une croix sur la prime de 2 500 euros versée à l’arrivée d’un nouveau-né. Des mesures antisociales qui feront d’autant plus mal que la quatrième économie de la zone euro souffre déjà d’un taux de chômage de 20 %. Si la Commission européenne a salué « des mesures tout à fait courageuses », la presse espagnole ne dissimule pas sa stupeur. « Zapatero sacrifie sa politique sociale », déplorait hier en une le quotidien El Pais, proche des socialistes.
En réaction, la Fédération de la fonction publique des commissions ouvrières (CC.OO.), la plus importante confédération du pays, appelait hier à des manifestations le 20 mai, affichant son intention d’aller vers une grève du secteur public. De son côté, l’UGT, la deuxième centrale, a avancé la date du 2 juin pour une journée de mobilisation des fonctionnaires.
Au Portugal, le nouveau plan d’austérité devrait prendre la forme d’un « choc fiscal », selon l’expression du quotidien économique Jornal de Negocios. « L’année prochaine, nous allons ramener le déficit à 4,6 % », contre 9,4 % en 2009, a insisté hier le premier ministre socialiste Jose Socrates. Pour atteindre cet objectif, Lisbonne entend compléter son plan de réduction des dépenses publiques par une pression fiscale accrue sur les ménages. Avec, entre autres, une hausse d’un point de la TVA, qui porterait le taux de cet injuste impôt à 21 %. La presse évoque également le projet d’un nouvel impôt sur les salaires. Les entreprises, promet Socrates, seront elles aussi mises à contribution par une taxe supplémentaire, mais seulement au-delà de deux millions d’euros de bénéfices et selon des modalités encore imprécises. « Ces mesures supplémentaires sont fondamentales (…) pour renforcer notre crédibilité sur les marchés internationaux » tente de justifier le premier ministre portugais.
L’argument ne convainc guère les organisations syndicales, qui appellent à de nouvelles mobilisations le 29 mai.
Rosa Moussaoui (L’Humanité)
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terça-feira, 11 de maio de 2010
HISTÓRICO DA TRAJETÓRIA DA UIS SERVIÇOS PÚBLICOS
Após a fundação da Federação Sindical Mundial (FSM), em congresso que se realizou em Paris, em 3 de outubro en 1945, ocorreu a criação da Uniões Internacionais de Sindicatos (UIS), como órgãos setoriais da FSM, de acordo com as deliberações do II Congresso Sindical Mundial da FSM, ocorrido em 1949, em Milão ( Itália). Posteriormente, em decorrência das demandas do movimento sindical internacional, as UISs passaram a ter atividades e mobilizações em todo o mundo, atuando como organizacões internacionais com personalidade própria para a ação sindical, fortalecendo a unidade e a solidariedade entre os sindicatos integrantes de cada UIS, conforme a orientação dos Congressos e das demais instâncias da FSM. Entre as principais foram criadas a UIS- Metal, a UIS-Construção, a UIS-Energia, UIS-Transportes, UIS-Agricultura–Agroalimentária, a UIS-Serviços Públicos, a FISE e outras.
Considerando a importância que tem os sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras do setor de serviços públicos, a FSM decidiu pela constituição da UIS-Serviços Públicos (TUI-Public Service - em inglês). A entidade foi fundada em 27/29 de outubro de 1949 em Berlim –Alemanha (ex-República Democrática da Alemanha-RDA), recebendo a denominação de União Internacional de Sindicatos de Trabalhadores dos Correios, Telégrafos, Telefones e Rádios.
No Congresso realizado em Viena-Austria, em 1955, se adotou o nome atual: União Internacional de Sindicatos de Servidores Públicos – UIS-Serviços Públicos (Trade Union International of Public & Allied Employees – TUI-Public Service; Unión International de los Sindicatos de los Servidores Públicos – UIS-Servicios Públicos; Unión Internationale Syndicale dês Travailleurs de Fonction Públic – UIS-Fonction Públic).
A UIS-Serviços Públicos, desde a sua fundação, realizou ações de luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do setor dos serviços públicos em face das agressivas políticas imperialistas contra os trabalhadores e os povos, assim como a luta consequente pela paz entre os povos do mundo, resistindo, em todos campos, contra a exploração capitalista.
Com o objetivo de fortalecer as ações de luta da UIS, realizaram-se importantes congressos, como os ocorridos em 1968 em Moscou (URSS); em 1972 em Varsóvia-Polônia; 1977 em Praga- Checoslováquia (hoje República Checa); 1982 en Sofia-Bulgária; 1988, em Berlim-Alemanha; 1992 e 1998 em Calcutá-India; em 2006 em Johnannesburgo – África do Sul e em 2009, em Brasília-Brasil, onde, atualmente, está a sede da UIS-Serviços Públicos.
A UIS-Serviços Públicos é parte integrante da estrutura da Federação Sindical Mundial (FSM) e atua coordenadamente em conformidade com a orientação política da FSM, o que significa dizer que atua sob os princípios classistas e conforme o internacionalismo solidário.
A UIS-SP, durante sua trajetória, teve que enfrentar etapas de grandes avanços, porém, também etapas difíceis, principalmente com o desaparecimento do campo socialista do Leste Europeu. A agressividade das políticas neoliberais aumentou, com mais força, golpeando seriamente os sindicatos, especialmente no setor público, com as medidas de ajustes estruturais e de privatizações, para anular direitos e conquistas mais importantes dos trabalhadores e trabalhadoras. Mas FSM e as UISs resistiram e conseguiram dar respostas, hoje, são organizações sindicais reconhecidas e respeitadas pelos seus princípios, pela sua história e pelas suas lutas, sem jamais abdicarem dos seus princípios classistas.
Em consequência, agora, diante da grave crise mundial do capitalismo, mais do que nunca, é preciso uma resposta rápida e unitária do movimento sindical, sob os princípios de classe, com propostas de mudanças profundas no modelo econômico mundial. São necessárias e imprescindíveis ações e de mobilizações ao lado da classe trabalhadora e junto com todos os povos que lutam por justiça social e pela democracia socialista, em um novo mundo sem a exploração do capital.
A UIS-Serviços Públicos reafirma e mantém a sua trajetória histórica e convoca os sindicatos do setor dos serviços públicos para que estejam solidamente organizados e fortalecidos em sua consciência de classe. Somente um movimento sindical estruturado com os princípios de classe pode contribuir para o êxito das lutas, para o respeito aos direitos dos trabalhadores e por mudanças profundas que a situação atual requer.
DECLARACIÓN DE APOYO A CUBA
La Union International de los Sindicatos de los Servidores Públicos – UIS-SP, organization setorial de la Federatión Sindical Mundial-FSM, adoptó una resolución de apoyo a nuestro a Cuba y de condena a la campaña mediática que se desarrolla contra la revolución cubana, su pueblo y su gobierno.
Expresa la UIS-SP/FSM que en estos últimos dos meses estamos asistiendo a una campaña política mediática de ataque contra Cuba y a su Revolución sin antecedentes. Esta campaña está dirigida por la “gran” prensa y es sostenida políticamente por la derecha neo conservadora estadounidense y europea. El verdadero objetivo de esta agresión política mediática es impedir a la presidencia de turno de la Unión Europea, España, cambiar la posición común de la UE sobre Cuba y de eliminar las sanciones del Gobierno de Aznar. Se intenta impedir una normalización de las relaciones, golpear a Cuba para dividir y debilitar todo el proceso de cambios en proceso en América Latina.
Los mismos que apuntan el índice contra Cuba han estado en silencio cómplices frente al golpe de estado en Honduras y a la farsa de las elecciones post golpe. La UIS-Serviços Públicos/FSM reitera su apoyo y solidaridad a la Revolución Cubana, así como a las conquistas progresistas y de cambio de América Latina. En este momiento, la UIS-SP/FSM lanza de nuevo el pedido del cese inmediato del bloqueo económico, comercial y financiero, que estrangula la economía cubana desde hace cincuenta años.
Un bloqueo inmoral e injustificado, cuyo cese ha sido pedido en 18 ocasiones por la casi totalidad de las naciones en la Asamblea de la ONU, así como por todos los países del América Latina.
SOLIDARIEDADE AOS PROFESSORES ESTADUAIS DE MINAS GERAIS (BRASIL)
Manifestamos o nosso repúdio ao Governo do Estado, tanto no período Aécio Neves, com o no do atual governador, Antônio Anastásia, pela forma como a educação foi tratada durante a gestão do PSDB.
Aos trabalhadores na educação de Minas Gerais enviamos os nossos cumprimentos pelas grandiosas manifestações realizadas contra os vergonhosos salários praticados no Estado.
SUPPORT AND SOLIDARITY WITTH THE GREEK PEOPLE
The painful situation which the Greek people is having to face, and the great sacrifices Greek workers are being to endure is the result of the neoliberal policies implemented by the Greek Government.
Freezing wages and pensions for 2010, increasing the tax burden on workers and increasing the retirement age limit by two years will not solve the crisis. In fact, these measures will deepen it even further since the main causes for this entire situation, which are the financial speculation and the destructive policies imposed by the IMF-International Monetary Fund and the World Bank Group, are maintained and being developed.
Thus, TUI-Public Services believes that the rescue of the state, the strengthening of public services, the recovery of the national market through better wages and the break up with neoliberal policies are the only way to confront and overcome the current crisis.
Therefore, we express our support and our solidarity with PAME for its resistance and struggle in the defense of workers and the Greek People.
Class greetings.
Sebastiao Soares
Secretary-General of TUI-Public Services
União Internacional de Sindicatos de Servidores Públicos
Trade Union International of Public & Allied Employees
Unión International de los Sindicatos de los Servidores Públicos
Unión Internationale Syndicale dês Travailleurs de Fonction Públic
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PROPOSTA DA UIS-SERVIÇOS PÚBLICOS PARA O III ESNA
A UNIÃO INTERNACIONAL DOS SINDICATOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS - UIS-Serviços Públicos, entidade unitária, que abarca entidades sindicais de servidores públicos em todo o mundo, fundada em 28 de outubro de 1949 como organização setorial da estrutura da FSM-Federação Sindical Mundial, organiza mobilizações no sentido de resgatar e recuperar os serviços públicos e defender os direitos dos trabalhadores no setor público. A UIS-Serviços Públicos propõe e pratica a busca da unidade de ação das entidades sindicais dos servidores públicos, em conjunto com o movimento sindical representativo da classe trabalhadora, para derrotar as políticas de desmonte do Estado e de destruição dos serviços públicos, denunciando, enfrentando e propondo alternativas aos modelos neoliberais, atrelados e submissos aos monopólios, ao imperialismo e aos interesses do mercado.
Por isto, a UIS-Serviços Públicos manifesta ao seu apoio ao III Encontro Sindical “Nuestra America”, a ser realizado na cidade de Caracas-Venezuela, de 22 a 25 de julho de 2010, na certeza de que este encontro da classe trabalhadora das Américas é um espaço fundamental de unidade e de luta.
(Para ler o documento integral CLIQUE no título à esquerda)
INDEPENDENCIA Y SOBERANIA FRENTE A LOS MONOPÓLIOS Y AL IMPERIALISMPO
La Unión Internacional de Sindicatos de Trabajadores en Servicios Públicos, organización soberana, democrática y unitaria, que busca incluir los trabajadores del sector público, de todos los países, sin ninguna discriminación de raza, nacionalidad, política, filosófica y de convicción religiosa, ha realizado, en Brasil, el su XI Congreso Internacional, en los días 28 y 29 de junio de 2009.
En la oportunidad los sindicatos de funcionários públicos, de todos los continentes, profundizaren análisis y deliberaciones en el sentido de reafirmar la necesidad de servicios públicos de calidad para superar los efectos de la crisis mundial del imperialismo.
Los delegados del XI Congreso entendieram que es el momento adecuado para el Estado reponer el control de los sectores económicos que fueron desnacionalizados o que habían sido tomados por los monopolios privados. Para esto, sólo conseguiremos ser victoriosos, con la movilización de los trabajadores de los servicios públicos a través de la unidad y de la lucha.
Es necesario proponer, apuntar y participar de la construcción de un modelo alternativo, distinto y antagónico al actual sistema de explotación imperialista y monopolista.
Un nuevo modelo que ya puede ser dimensionado a partir de las nuevas fuerzas políticas actuantes en el escenario mundial y que debe ser consolidado con la amplia unidad de lucha y de acción de todos los pueblos, con base en el respeto mutuo, en la independencia y en la soberanía.
- Por el desarrollo económico y por la soberanía de las Naciones.
- Por la recuperación del Estado Nacional.
- Por la valorización de los Servidores Públicos.
- Por la garantía del empleo y de la seguridad social.
- Por la unidad internacional de todos los servidores públicos.
- Por ningún derecho a menos.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
CONGRESSO SINDICAL MUNDIAL DA FSM
16º Congreso Sindical Mundial
Se celebrará en abril de 2011 en Atenas,capital de Grecia. El 16º Congreso Sindical Mundial de
Se basan principalmente en el gran papel de las oficinas regionales en Asia y el Pacífico, África, Europa, América Latina y Oriente Medio. Se basan en las importantes iniciativas militantes de los sindicatos nacionales afiliados y las organizaciones sectoriales de la gran familia clasista de las Uniones Internacionales Sindicales (UIS) de
Únete a nosotros en el 16º Congreso Sindical Mundial para darnos tu opinión, para expresar libremente tus críticas, para decidir conjuntamente y trazar la perspectiva del movimiento sindical para el siglo XXI. Para abrir nuevos horizontes para nuestra clase y nuestra estrategia de acción humanitaria.
Para más información puedes contactar con nosotros en el e-mail:
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16th World Trade Union Congress
World Trade Union Congress to be held in April
The 16th World Trade Union Congress will analyze the current situation in all sectors and at all levels. It will examine the progress of the World Federation of Trade Unions (WFTU), the successes and failures, the new tasks ahead, in defending workers’ interests, trade union rights and freedoms and dealing with the just concerns of all peoples and nations the world over.
The WFTU is has in its ranks 200 national and sectoral trade unions in 110 countries with 72 million members! The current strength and the potential of the new WFTU is not only in figures. It lies mainly in its positions and action, in its strategy, its tactics and initiatives. It is mainly based on the significant role of the Regional Offices in Asia-Pacific, Africa, Europe, Latin America and the
It is based on the important militant initiatives of the national trade unions’ affiliates and the branch organizations of the big class-oriented family of the Trade Union Internationals (TUIs) of Construction, Metal, Transport, Energy, Public Services, Agroalimentary, Finance, Education and Hotels and Tourism.
Join us at the 16th World Trade Union Congress to give us your opinion, to freely express your criticism, to jointly decide and trace the prospects of the trade union movement for the 21st century, opening new horizons for our class strategy.
For further information you can contact us at our e-mail: wftu-16Congress@hotmail.com
CONGRÉS SYDICALE MONDIALE
16ème Congrès Syndicale Mondiale, Athènes, Avril 2011
Camarades, responsables des membres de la FSM et organisations amies!
Collègues, responsables de syndicats progressistes et démocratiques!
Travailleurs, chômeurs, jeunes, hommes et femmes!
Aujourd’hui, nous nous lançons sur un long et beau chemin en préparant la tenue du 16ème Congrès de la FSM qui aura lieu à Athènes en Avril 2011 à Athènes, la capitale de la Grèce,une ville à la riche histoire de civilisation, de démocratie et de lutte.
Après Damas, New delhi et la Havane, c’est le tour d’Athènes et de l’Europe de faire leurs preuves en organisant un Congrès de la FSM militant, démocratique,moderne et de lutte de classe ouvert au dialogue et à la critique.
Le 16ème Congrès de la FSM analysera la situation actuelle dans tous les secteurs et à tous les niveaux. Il examinera les progrès de la FSM, ses succès et ses ratés, les nouvelles tâches auxquelles il faut faire face en défendant les intérêts des intérêts des travailleurs, les droits syndicaux et les libertés et en traitant ce qui concerne avec justice tous les peuples et toutes les nations partout dans le monde.
Rejoignons-nous sur ce chemin. Prenons notre part et jouons un rôle important
Chers amis,
Durant les cinq dernières années depuis le dernier congrès la FSM a fait des pas importants et majeurs.
La FSM est vivante! Elle est devenue plus forte! Elle se bat!
Aujourd’hui elle a dans ses rangs 200syndicats nationaux et de secteurs, dans 110 pays avec 72millions de membres! La force et le potentiel de la nouvelle FSM n’est pas seulement dans des chiffres. Cela tient à ses positions et à son action, à sa stratégie, ses tactiques et ses initiatives. C’est basé principalement sur le rôle significatif de ses bureaux régionaux Asie-Pacifique, Afrique, Europe, Amérique Latine et Moyen-Orient. C’est basé sur les initiatives des affiliés de syndicats nationaux et des organisations de branche de la grande famille de lutte de classe des Unions Syndicales Internationales de la Construction, de la Métallurgie, du Transport, de l’Energie, des Services Publics,de l’Agro-alimentaire, des Finances,de l’Education et des Hôtels et Tourisme.
Les dynamiques actuelles du nouveau cours de la FSM se reflète dans la clarté de ses positions dans les Organisations internationales et son engagement actif dans la lutte faisant face aux problèmes qui affectent le s travailleurs.
Les dynamiques de la FSM sont basées sur sa nature de lutte de classe et de masse, l’internationalisme et la solidarité qu’elle a suivi depuis sa fondation en 1945.
Elle réside dans sa capacité à faire face aux critiques à son autocritique à l’égard de ses faiblesses et de ses fautes avec un œil positif.
Chers amis,
La période que nous vivons est celle d’un impérialisme agressif, aux politiques contre le monde du travail et antisociales et celle de la crise internationale économique du système capitaliste. Cette crise s’exprime dans tous les secteurs au niveau économique et social, l’environnement, la qualité de la vie, la culture et le changement climatique. Ces crises sont les gènes même du capitalisme et pour cette raison vont et viennent. Il est impossible pour le capitalisme de solutionner les problèmes des peuples du monde.
Regardez ce qui se passe en Afrique, un continent riche en ressources qui produisent des richesses mais avec le peuple le plus pauvre. L’espérance de vie en Zambie est de 38,6 ans. Au Nigeria, le pays le plus riche en pétrole ,3/4 de la population n’a pas de logis et d’apès le rapport de l’Unicef de 2010, 42°/° de la population n’a pas accès à l’eau potable alors que la diarrhée est le second fléau pour la mort des enfants, causant environ plus de 17°/° de décès d’enfants de moins de cinq ans. En Somalie, les impérialistes exacerbent les conflits, au Soudan les Etats Unis et leurs alliés essaient de démembrer le pays,à l’ouest du Sahara les problèmes continuent. Le salaire minimum en Afrique du Sud est de 104Euros chez les ouvriers agricoles. Au Botswana, les salaires minimum pour les travailleurs des villes sont de 56euros par mois. En Côte d’Ivoire le salaire minimum varie en fonction de l’occupation avec le plus de 56euros par mois pour le secteur industriel.
En Asie le portrait n’est pas meilleur:en Irak, Afghanistan et Pakistan les Etats Unis et les impérialistes européens continuent leur occupation et leurs opérations militaires. Ils menacent l’Iran et pillent les républiques de l’ancienne Union Soviétique. Au Bangladesh, le salaire de base est de 26 dollars par mois, au Sri Lanka de 59 dollars par mois et au Pakistan de 71 dollars par mois.
Au Moyen Orient le supplice du peuple héroïque palestinien et des peuples libanais et syriens continue. Israël avec le soutien substantiel des Etats Unis ,de l’Union Européenne et de ses alliés occupe encore illégalement les Hauteurs du Golan, tient Gaza isolé , assassine le peuple au Liban et présent un grave danger pour la stabilité et la paix dans le Sud Est Méditerranéen.
En Amérique la situation est aussi compliquée. En Amérique du Nord le chômage et la pauvreté grandissent. Le taux de chômage aux Etats Unis est de 9,7°/°.
L’Amérique Latine ressent l’agressivité de l’Amérique du Nord. Calomnies et attaques contre l’héroïque Révolution Cubaine? attaques contre le Venezuela, la Bolivie et l’Equateur, l’occupation de Haïti, le soutien à la dictature de Colombie, ces cinq dernières années plus de 210 syndicalistes ont été assassinés et le pays est transformé en base militaire américaine.
Mais aussi en Europe, le capitalisme crée et multiplie les problèmes. Les chômeurs sont au nombre de millions dans les pays de l’Union Européenne aujourd’hui. En Février, 23millions de travailleurs étaient sans emploi dans l’Union Européenne. Les taux de chômage les plus élevésparmi les états membres sont la Lettonie avec 21,7°/° et l’Espagne avec 19°/°. Privatisations, diminution de la sécurité sociale, réduction des salaires et des pensions sont la commune stratégie des gouvernements européens qu’ils soient néolibéraux ou sociaux-démocrates. Le Traité de Lisbonne montre l’attitude réactionnaire et le vrai rôle de l’Union Européenne.
Des luttes importantes
A cette politique du capital et des impérialistes, la classe ouvrière globale répond par des initiatives et des luttes partout dans le monde.Les manifestations des enfants au Pakistan contre l’exploitation des enfants, les luttes des enseignants et des électriciens à Mexico, des pêcheurs et des ouvriers des mines de charbon au Chili, des travailleurs de la construction au Pérou, des immigrants en France et aux Etats Unis, des transports aériens et terrestres et des travailleurs de l’automobile dans beaucoup de pays, des travailleurs des industries pétrolières au Nigéria, des travailleurs en Inde ,l’action militante coordonnée du Brésil et du Bangladesh, les grèves dynamiques en Grèce, Népal, Irak, le monde arabe, Afrique du Sud, Portugal, Turquie et beaucoup d’autres pays ont tracé le chemin de la lutte de classe. Des millions de grévistes dans tous les Continents ont fourni une nouvelle dynamique et de frais espoirs. La FSM a toujours été en tête sur le front de la lutte. Et elle continuera son chemin, avec l’unité de classe et une perspective militante contre les politiques des monopoles et des multinationales qui créent la pauvreté pour beaucoup de grands profits pour quelques uns.
La question cruciale
Depuis le 15ème Congrès à la Havane, dans les conditions de la globalisation capitaliste, nous avons posé la question cruciale: dans les circonstances actuelles, dans le monde contemporain, de quelle sorte de mouvement syndical la classe ouvrière a-t-elle besoin? Aujourd’hui dans les conditions de la crise économique internationale cette question est même plus pertinente et importante.
· Avons –nous aujourd’hui besoin d’un mécanisme bureaucratique pour coopérer avec les multinationales et le capital ou d’une organisation internationale comme la FSM qui a choisi d’aller en avant fondée sur des principes, la culture et les valeurs d’un mouvement syndical de classe?
· Avons- nous besoin d’un mécanisme international bureaucratique qui s’accommode et s’entend pour l’abolition des droits des travailleurs, qui s’entend avec le bouleversement dans les relations du monde du travail ou avons-nous besoin d’une organisation internationale syndicale comme la FSM qui réclament et combat pour les besoins d’aujourd’hui pour toute la famille de la classe ouvrière, pour une vie décente et de plein droit?
· Avons-nous besoin d’un mécanisme syndical international qui dans ses paroles tient à égalité les forces d’occupation d’Israël et le peuple de La Palestine, qui partipera aux calomnies contre Cuba, le Venezuela, la Bolivie ou avons-nous besoin d’une pratique Avons-nous besoin d’un mécanisme bureaucratique international qui dépense l’argent qui suive les principes et les valeurs de l’internationalisme prolétarien et la solidarité du monde du travail?
· Avons-nous besoin d’un mécanisme bureaucratique qui dépense de l’argent soit pour acheter ou vendre des syndicats et des syndicalistes ou d’une organisation syndicale basée sur l’idéologie et la stratégie politique et sociale?
Rejoignez-nous! Vous êtes invité!
Rejoignez-nous au 16ème Congrès de la FSM pour donner votre opinion, exprimer librement vos critiques, décider conjointement et tracer les pprojets du mouvement syndical pour le 21ème siècle en ouvrant de nouveaux horizons pour notre stratégie de classe.
Rejoignez-nous. Unissez-vous avec les gens ordinaires qui sont nés et ont grandi avec la classe ouvrière dans leurs pays, les gens qui n’ont pas vendus leurs principes ni leurs valeurs.Venez rencontrer vos vrais frères et sœurs. Ensemble nous ferons plus encore.
Rejoignez-nous, devenez un membre de la grande famille de la FSM, prenez part à ses structures et ses responsabilités.
Venez avec nous comme un ami même si vous n’êtes pas d’accord avec nous sur tout.
Sur le nouveau chemin de la FSM tous les militants syndicaux ont leur place, pour lutter ensemble pour l’abolition de l’exploitation de l’homme par l’homme. Pour un monde sans injustice, sans pauvreté et sans guerre. Vous êtes invité. Confirmez votre participation maintenant. Pour plus d’information contactez-nous sur notre e-mailwftu@16Congress@hotmail.com
Congreso Sindical Mundial FSM

¡Compañeras y compañeros dirigentes de los afiliados y organizaciones amigas de la FSM!
¡Compañeros dirigentes de sindicatos progresistas y democráticos!
¡Trabajadores, desempleados, jóvenes, hombres y mujeres!
Hoy comenzamos un viaje largo y hermoso para la preparación y celebración del 16º Congreso Sindical Mundial que se celebrará en abril de 2011 en Atenas,capital de Grecia. Una ciudad con una rica historia de civilización, democracia y luchas.
Tras Damasco, Nueva Delhi y La Habana, ahora es el turno de Atenas y Europa de ponerse a prueba en la organización de un Congreso Sindical Mundial militante, democrático, abierto al diálogo y a la crítica, moderno y clasista.
El 16º Congreso Sindical Mundial analizará la situación actual en todos los sectores y en todos los niveles. Examinará los progresos de la Federación Sindical Mundial (FSM), los éxitos y fracasos, las nuevas tareas que tenemos por delante para defender los intereses de los trabajadores, los derechos y libertades sindicales y las causas justas de todos los pueblos y naciones de todo el mundo.
Únete a nosotros en este viaje. Participa y desempeña un papel principal.
Queridos amigos,
La FSM, en estos cinco años que han pasado desde el último Congreso, ha dado grandes pasos importantes.
¡La FSM existe! ¡Está viva! ¡Se está haciendo más fuerte! ¡Está luchando!
Hoy en día, cuenta en sus filas con 200 sindicatos nacionales y sectoriales en 110 países, con ¡72 millones de miembros! La actual fuerza y el potencial de la nueva FSM no residen únicamente en las cifras, sino que se encuentran sobre todo en sus posiciones y su acción, en su estrategia, su táctica e iniciativas. Se basan principalmente en el gran papel de las oficinas regionales en Asia y el Pacífico, África, Europa, América Latina y Oriente Medio. Se basan en las importantes iniciativas militantes de los sindicatos nacionales afiliados y las organizaciones sectoriales de la gran familia clasista de las Uniones Internacionales Sindicales (UIS) de la Construcción, el Metal, los Transportes, la Energía, los Servicios Públicos, la Agroalimentación, las Finanzas, la Educación y los Hoteles y Turismo.
La dinámica actual del nuevo curso de la FSM se refleja en sus posiciones claras en los organismos internacionales y su participación activa en la lucha contra todos los problemas actuales que afectan a los trabajadores.
La dinámica de la FSM se basa en la trayectoria que sigue desde su fundación en 1945, con su carácter clasista y de masas, su internacionalismo y solidaridad. Reside en su capacidad para aceptar positivamente la crítica y la autocrítica sobre sus debilidades y errores.
Queridos amigos,
El período en que vivimos es un período de imperialismo agresivo, de nuevas políticas liberales antilaborales y de crisis económica internacional del sistema capitalista. Esta crisis se manifiesta en todos los sectores: en la economía, en el plan social, en el medio ambiente, en la calidad de vida, la cultura y los cambios climáticos. Las crisis están en el ADN del capitalismo y por esta razón aparecen una y otra vez. Es imposible que el capitalismo resuelva los problemas de los pueblos del mundo.
Sólo hay que ver lo que sucede en África: un continente rico en recursos naturales, pero con los habitantes más pobres. La esperanza de vida al nacer en Zambia es de 38,6 años. En Nigeria, el país más rico en petróleo de toda África, las tres cuartas partes de la población no tienen hogar. Según el informe de UNICEF 2010, el 42% de la población en Nigeria no tiene acceso al agua potable y la diarrea es la segunda causa principal de muerte infantil, causando hasta el 17 % de las muertes en los menores de cinco años. En Somalia los imperialistas exacerban los conflictos. En Sudán, los EE.UU. y sus aliados están tratando de desmembrar el país y en el Sahara Occidental, el problema continúa. El salario mínimo mensual en Sudáfrica es de 104 € para los trabajadores agrícolas, mientras que en Botswana es de 43 € al mes para los trabajadores urbanos. El salario mínimo varía según la ocupación en Costa de Marfil, siendo el menor de 56 € mensuales para el sector industrial.
En Asia, el panorama no es mejor: en Irak, Afganistán y Pakistán, los EE.UU. y los imperialistas europeos continúan su ocupación y las operaciones militares. Amenazan a Irán y saquean las repúblicas asiáticas de la antigua Unión Soviética. En Bangladesh, el sueldo base es de 26 $ al mes, en Sri Lanka de 59 $ mensuales y en Pakistán de 71 $.
En Oriente Medio, el tormento de los heroicos palestinos, libaneses y sirios continúa. Israel, con el apoyo esencial de los EE.UU., la Unión Europea y sus aliados, sigue ocupando ilegalmente el Golán sirio, aumenta las colonias en Cisjordania y mantiene Gaza aislada, está asesinando en el Líbano y poniendo en peligro la estabilidad y la paz en el Mediterráneo Sudoriental.
En Estados Unidos la situación es también complicada.
En Norteamérica, el desempleo y la pobreza van en aumento, alcanzando la tasa de paro en Estados Unidos el 9,7%.
América Latina siente la agresividad de Norteamérica. Se producen calumnias y ataques contra la heroica Revolución Cubana, ataques e injerencias contra Venezuela, Bolivia y Ecuador, la ocupación en Haití, el apoyo a la dictadura en Honduras. En Colombia, en los últimos cinco años más de 210 sindicalistas han sido asesinados y el país se está transformando en una base militar estadounidense.
También en Europa, el capitalismo crea y multiplica los problemas. Los trabajadores desempleados en los países de la Unión Europea son hoy en día millones. Las mayores tasas oficiales de desempleo entre los estados miembro se encuentran en Letonia, con un 21,7% y España con un 19%. Las privatizaciones, los ataques a la seguridad social, la reducción de los salarios y las pensiones son una estrategia común de todos los gobiernos europeos, tanto los neoliberales como los socialdemócratas. El Tratado de Lisboa muestra la actitud reaccionaria y el verdadero papel de la Unión Europea. En febrero de 2010, 23 millones de trabajadores en la Unión Europea se encontraban en paro como consecuencia de la de la política de promoción y mejora de la rentabilidad.
Luchas Importantes
A esta política del capital y los imperialistas, la clase obrera mundial respondió con iniciativas y luchas en todo el mundo. Así, se han trazado nuevos caminos en la lucha clasista mediante iniciativas como las manifestaciones de niños pequeños en Pakistán contra la explotación infantil, la lucha de los docentes y los electricistas en México, de los pescadores y mineros del carbón en Chile, de los trabajadores metalúrgicos en el Perú, de los trabajadores de la construcción, de los inmigrantes en Francia y los EE.UU., de los trabajadores del transporte aéreo y terrestre y de la industria automovilística en muchos países, de los trabajadores de la industria petrolera en Nigeria, de los trabajadores en la India, la acción coordinada de militantes en Brasil y Bangladesh o las dinámicas huelgas en Grecia, Nepal, Irak, Mundo Árabe, Sudáfrica, Portugal, Turquía y muchos otros países. Millones de huelguistas en todos los continentes, la participación de los jóvenes, de mujeres y trabajadores migrantes han aportado una nueva dinámica y nuevas esperanzas. ¡La FSM siempre ha estado a la cabeza! En primera línea de batalla. Y va a seguir así, con unidad clasista y perspectiva de lucha. Contra las políticas de los monopolios y las multinacionales que crean pobreza para la mayoría y grandes beneficios para unos pocos.
La cuestión crucial
Desde el 15º Congreso en La Habana, bajo condiciones de globalización capitalista, planteamos la pregunta crucial: en las circunstancias actuales, en el mundo contemporáneo, ¿qué tipo de movimiento sindical internacional necesita la clase obrera mundial? Hoy en día, en las condiciones de crisis económica internacional, esta pregunta es aún más pertinente e importante.
- ¿Necesitamos hoy un mecanismo burocrático internacional que coopere con las multinacionales y el capital, o una Organización Internacional como la FSM, que ha decidido avanzar en base a los principios, la cultura y los valores del movimiento sindical de orientación de clase?
- ¿Necesitamos un mecanismo internacional burocrático que negocie y muestre comprensión hacia la abolición de los derechos de los trabajadores, que esté de acuerdo con las pérdidas de derechos de los trabajadores en las relaciones laborales o una Organización Sindical Internacional como la Federación Sindical Mundial, que exige y lucha por la satisfacción de las necesidades contemporáneas de todas las familias de la clase trabajadora, por una vida digna y de pleno derecho?
- ¿Necesitamos un mecanismo sindical internacional burocrático y agresivo que en sus discursos mantenga la misma distancia entre las fuerzas de ocupación israelí y el pueblo de Palestina, que participe en las calumnias contra Cuba, Venezuela y Bolivia, o una Organización Sindical Internacional como la Federación Sindical Mundial que, en la teoría y en la práctica, sigue los principios y valores del Internacionalismo Proletario y la Solidaridad Obrera?
- ¿Necesitamos un mecanismo burocrático internacional que gaste dinero, que compre y venda sindicatos y sindicalistas, o una Organización Sindical Internacional basada en la ideología, en su estrategia política y social?
Únete a nosotros en el 16º Congreso Sindical Mundial para darnos tu opinión, para expresar libremente tus críticas, para decidir conjuntamente y trazar la perspectiva del movimiento sindical para el siglo XXI. Para abrir nuevos horizontes para nuestra clase y nuestra estrategia de acción humanitaria.
Únete a nosotros. Únete a la gente corriente que nació y creció con la clase obrera en sus países. Personas que no vendieron sus principios y valores. Ven a conocer verdaderos hermanos y hermanas. Juntos podemos lograr más.
Únete a nosotros, hazte miembro de la gran familia de la FSM y participa en los órganos y la directiva de nuestra organización.
Ven con nosotros como un amigo, incluso si no estás de acuerdo en todo con nosotros.
En el nuevo rumbo de la FSM hay lugar para todos los luchadores. Todos juntos lucharemos por la abolición de la explotación del hombre por el hombre. Por un mundo libre de injusticia, pobreza y guerras.
Estás invitado. Confirma tu participación ya.
Para más información puedes contactar con nosotros en el e-mail:
El Secretariado
WORL TRADE UNION CONGRESS
16th World Trade Union Congress, Athens Greece, April 2011
Comrades, leaders of WFTU members and friendly organisations!
Colleagues, leaders of progressive and democratic trade unions!
Workers, unemployed people, young people, men and women!
Today we are setting off on a long and beautiful path, preparing for the celebration of the 16th World Trade Union Congress to be held in April 2011 in Athens, the capital of Greece, a city with a rich history of civilization, democracy and struggle.
After Damascus, New Delhi and Havana, it is now the turn of Athens and Europe to prove themselves in organizing a militant, democratic, modern and class-oriented World Trade Union Congress open to dialogue and criticism.
The 16th World Trade Union Congress will analyze the current situation in all sectors and at all levels. It will examine the progress of the World Federation of Trade Unions (WFTU), the successes and failures, the new tasks ahead, in defending workers’ interests, trade union rights and freedoms and dealing with the just concerns of all peoples and nations the world over.
Join us on this path. Take part and play a main role.
Dear friends,
In the five years since the last Congress the WFTU has taken major and important steps.
The WFTU is alive! It’s getting stronger! It is struggling!
Today it has in its ranks 200 national and sectoral trade unions in 110 countries with 72 million members! The current strength and the potential of the new WFTU is not only in figures. It lies mainly in its positions and action, in its strategy, its tactics and initiatives. It is mainly based on the significant role of the Regional Offices in Asia-Pacific, Africa, Europe, Latin America and the Middle East. It is based on the important militant initiatives of the national trade unions’ affiliates and the branch organizations of the big class-oriented family of the Trade Union Internationals (TUIs) of Construction, Metal, Transport, Energy, Public Services, Agroalimentary, Finance, Education and Hotels and Tourism.
The current dynamics of the new course of the WFTU are reflected in its clear positions within the International Organizations and its active involvement in the struggle, facing all current problems that affect workers.
The dynamics of the WFTU are based on its class-oriented and mass nature, the internationalism and solidarity it has followed since its foundation in 1945. It resides in its capacity to face criticism and self-criticism regarding its weaknesses and mistakes with a positive eye.
Dear friends,
The period we live in is one of aggressive imperialism, anti-labour neo-liberal policies and of the international economic crisis of the capitalist system. This crisis is expressed in all sectors: in the economic and social level, the environment, the quality of life, culture and climate change. Crises are in the DNA of capitalism and for this reason they come again and again. It is impossible for capitalism to solve the problems of the peoples of the world.
Look at what is happening in Africa; a continent rich in wealth-producing resources but with the poorest people. The average life expectancy at birth in Zambia is 38.6 years. In Nigeria, Africa’s richest country in oil, ¾ of the population are homeless and, according to UNICEF’s 2010 Report, 42% of the population in Nigeria with no access to drinking water, while diarrhea is the second largest killer of children, causing as many as 17% of the deaths of those under the age of five. In Somalia the imperialists are exacerbating conflicts, in Sudan the USA and its allies are trying to dismember the country, in the Western Sahara the broblems continue. The monthly minimum salary in South Africa is 104€ for farm workers. In Botswana minimum wages for urban workers are 43€ per month. In the Ivory Coast the minimum wage varies by occupation, with the lowest set at 56€ per month for the industrial sector.
In Asia the picture is no better: in Iraq, Afghanistan and Pakistan, the USA and the European imperialists are continuing their occupation and military operations. They are threatening Iran and plundering the Asian Republics of the former Soviet Union. In Bangladesh the basic salary is $26 per month, in Sri Lanka $59 per month and in Pakistan $71 per month.
In the Middle East the torment of the heroic Palestinian, Lebanese and Syrian peoples continues. Israel, with the substantial support of the USA, the European Union and its allies is still illegally occupying the Syrian Golan Heights, keeping Gaza isolated, murdering people in Lebanon and posing a grave danger to stability and peace in the Southeastern Mediterranean.
In the Americas the situation is also complicated.
In North America, unemployment and poverty are growing. The unemployment rate in the U.S. is 9.7% .
Latin America feels the aggressiveness of North America. Slander and attacks against the heroic Cuban Revolution, attacks against Venezuela, Bolivia, Ecuador, the occupation in Haiti, support for the dictatorship in Honduras. In Colombia, in the last five years, more than 210 trade unionists have been assassinated and the country is being transformed into an American military base.
But also in Europe, capitalism creates and multiplies the problems. Unemployed workers in the countries of the European Union number in the millions today. In February 2010, 23 million workers in the European Union were unemployed. The highest official unemployment rates among the member-states are in Latvia with 21.7% and Spain with 19%. Privatizations, the undermining of social security and the reduction of wages and pensions are a common strategy of all the European Governments, both neoliberals and socialdemocrats. The Lisbon Treaty shows the reactionary attitude and the real role of the European Union.
Important Struggles
To this policy of capital and the imperialists, the global working class is responding with initiatives and struggles all over the world. The demonstrations of children in Pakistan against child exploitation, the struggles of teachers and electricians in Mexico, of fishermen and coalminers in Chile, of metalworkers in Peru, of construction workers, of immigrants in France and the USA, of air and land transport workers and workers in the car industry in many countries, of workers in the oil industry in Nigeria, of workers in India, coordinated militant action in Brazil and Bangladesh, the dynamic strikes in Greece, Nepal, Iraq, Arab World, South Africa, Portugal, Turkey and many other countries have traced new paths in the class-oriented struggle. Millions of strikers in all Continents with the participation of youth, women and migrant workers have provided a new dynamic and fresh hopes. The WFTU has always been ahead in the front line of struggle! And it will continue this way, with class unity and a militant perspective, against the policies of the monopolies and multinationals that create poverty for the many and big profits for the few.
The crucial question
Since the 15th Congress in Havana, under conditions of capitalist globalisation, we have posed the crucial question: under current circumstances, in the contemporary world, what kind of international trade union movement does the world working class need? Today, under the conditions of international economic crisis this question is even more pertinent and important.
- Do we today need an international bureaucratic mechanism to cooperate with multinationals and capital, or an international organization such as the WFTU that has chosen to move forward based on the principles, the culture and the values of the class-oriented trade union movement?
- Do we need an international bureaucratic mechanism that agrees with and shows understanding for the abolition of workers’ rights, that agrees with the upheaval in labour relations or do we need an international trade union organization like the WFTU that demands and fights for the satisfaction of today’s needs for every working class family, for a decent life and full rights?
- Do we need an international bureaucratic aggressive trade union mechanism that in words keeps an equal distance from Israeli occupation forces and the people of Palestine, that will participate in the slander against Cuba, Venezuela and Bolivia or do we need an international trade union organization like the WFTU that in theory and practice follows the principles and values of proletarian internationalism and labor solidarity?
- Do we need an international bureaucratic mechanism to spend money, one that will buy and sell-out trade unions and trade unionists or an international trade union organization based on ideology, on its political and social strategy?
Join us! You are invited!
Join us at the 16th World Trade Union Congress to give us your opinion, to freely express your criticism, to jointly decide and trace the prospects of the trade union movement for the 21st century, opening new horizons for our class strategy.
Join us! Unite with ordinary people who were born and grew up with the working class in their countries, people who did not sell out their principles and values. Come to meet real sisters and brothers. Together we can achieve more.
Join us, become a member of the large WFTU family and take part in its bodies and leadership.
Come with us as a friend, even if you don’t agree on everything with us.
On the new path of the WFTU all militant trade unionists have a place, to struggle all together for the abolition of exploitation of man by his fellow man. For a world without injustice, poverty and war.
You are invited. Confirm your participation now.
For further information you can contact us at our e-mail: wftu-16Congress@hotmail.com
The Secretariat

